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terça-feira, 6 de abril de 2021

O helicóptero Ingenuity da NASA sobrevive por conta própria à primeira noite fria de Marte

 

O helicóptero Ingenuity da NASA pode ser visto em Marte pela câmera traseira do rover Perseverance em 4 de abril de 2021, o 44º dia marciano, ou sol da missão. Créditos: NASA / JPL-Caltech.


Uns dos principais desafios de qualquer sonda espacial que vai explorar  a superfície de Marte é passar pelas frias temperaturas de Marte. Esta prova o helicóptero Ingenuity da NASA já passou, ele sobreviveu à primeira noite depois de ser deixado na superfície de Marte pelo rover Perseverance da NASA, o qual  é um marco importante para o pequenos helicóptero.  

As temperaturas noturnas na cratera de Jezero podem cair até 130 graus Fahrenheit negativos (90 graus Celsius negativos), o que pode congelar e quebrar componentes elétricos desprotegidos e danificar as baterias a bordo necessárias para o voo. Sobreviver naquela primeira noite depois de ser implantado de onde estava preso à barriga do rover Perseverance da NASA em 3 de abril é um marco importante para o helicóptero de 4 libras (1,8 kg). Nos próximos dias, o Ingenuity será a primeira aeronave a tentar um voo motorizado e controlado em outro planeta.

“Esta é a primeira vez que o Ingenuity está por conta própria na superfície de Marte”, disse MiMi Aung, gerente de projeto do Ingenuity no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA no sul da Califórnia. “Mas agora temos a confirmação de que temos o isolamento certo, os aquecedores certos e energia suficiente em sua bateria para sobreviver à noite fria, o que é uma grande vitória para a equipe. Estamos entusiasmados em continuar a preparar o Ingenuity para seu primeiro teste de voo. ”

Conceber uma nave pequena o suficiente para caber no rover, leve o suficiente para voar na fina atmosfera de Marte, mas resistente o suficiente para suportar o frio marciano apresentou desafios significativos. Para garantir que o painel solar no topo dos rotores do helicóptero pudesse começar a receber luz solar o mais rápido possível, o Perseverance foi instruído a se afastar do Ingenuity logo após implantá-lo.

Até o helicóptero colocar suas quatro pernas na superfície marciana, a Ingenuity permaneceu presa à barriga do rover, recebendo energia do Perseverance, que pousou na cratera de Jezero em 18 de fevereiro. O rover serve como um retransmissor de comunicação entre a Ingenuity e a Terra, e usará seu conjunto de câmeras para observar as características de voo do helicóptero movido a energia solar do “ Van Zyl Overlook ”.

A única missão da Ingenuity, uma demonstração de tecnologia, é realizar testes de voo na fina atmosfera de Marte; o helicóptero não carrega instrumentos científicos. Em 30 dias marcianos, ou sóis (um dia marciano dura 24,6 horas), na superfície, o Ingenuity completará seus testes, e a exploração científica da cratera de Jezero pelo Perseverance entrará em alta velocidade.

Em 4 de abril, o Perseverance fez o downlink das primeiras imagens do helicóptero na superfície de Marte. Tiradas pela câmera traseira esquerda do veículo espacial, usada para evitar riscos, a imagem mostra as pás do rotor do helicóptero ainda alinhadas umas sobre as outras (uma configuração usada para economizar espaço durante a viagem a Marte) e suas quatro patas firmemente plantadas na superfície de Marte.

Nos próximos dois dias, o Ingenuity coletará informações sobre o desempenho dos sistemas de energia e controle térmico, agora que o pequeno helicóptero está sozinho no ambiente de Marte. Essa informação será usada para ajustar o sistema de controle térmico do Ingenuity para ajudá-lo a sobreviver às noites adversas de Marte durante todo o período de experiência de voo.

Se tudo acontecer conforme esperado com os testes, nos próximos dias acontecerá o primeiro voo do pequeno helicóptero na superfície de Marte. Aqui na Terra continuamos na expectativa e desejando o sucesso da missão. 

Fonte: NASA

terça-feira, 23 de julho de 2019

Mensagens enviadas às estrelas


Nossa historia nos narra como foram muitas vezes desastrosos os encontros entre duas civilizações. Mas, na  atualidade temos medo de encontrarmos no universo uma civilização mais avançada que a nossa, a qual descubra nossa existência e por motivos desconhecidos decida nos extinguir do universo. Felizmente existem algumas pessoas que se aventuram a anunciar nossa existência para possíveis civilizações extraterrestres, aqui alguns mensagens enviadas para nossos irmãos alienígenas.

A mensagem acima foi ttransmitido da Terra em direção ao aglomerado globular de estrelas M13, em 1974. Durante a inauguração do Observatório de Arecibo, ainda o maior rádio telescópio em operação da Terra. Fonte: setiathome.ssl.berkeley.edu/

1974: Foi a primeira tentativa de mandar uma mensagem para civilizações alienígenas. Ela foi transmitida do rádio-telescópio de Arecibo, em Porto Rico, e teve como alvo um aglomerado de estrelas localizado na constelação de Hércules, onde deve chegar no ano 26.974. Foi uma mensagem pequena, de só 1679 bits, que quando colocados em ordem mostram algumas figuras sobre a vida aqui na Terra.

1986: Joe Davis era um pesquisador do Instituto de Tecnologia da Massachusetts metido a artista. Na década de 80, ele estava encucado com o fato de nunca termos enviado uma imagem de nossos genitais para os aliens. Então resolveu mandar o som de contrações vaginais para os sistemas vizinhos.

1999: Os cientistas Yvan Dutil e Stéphane Dumas usaram fórmulas matemáticas para desenvolver uma pretensa língua universal, que apelidaram de Pedra de Roseta Interestelar. Eles usaram um rádio na Ucrânia para transmitir pequenas mensagens nesta linguagem aos nossos vizinhos.

2001: Alexander Zaitsev era um engenheiro da Academia Russa de Ciências e que já havia trabalhado na transmissão anterior. Em 2001, ele juntou um grupo de adolescentes e juntos planejaram uma nova mensagem: um concerto de música eletrônica. O bate-estaca deve chegar aos local de destino em 2047.

2003: Quatro anos depois, foi enviada uma nova mensagem usando a Pedra de Roseta internacional. Desta vez os cientistas incluíram conteúdos multimídia, como fotos.

2005: O website de anúncios Craigslist foi a primeira página de internet a ser enviada para o espaço. Como a mensagem foi ttransmitido randomicamente para o espaço, não se sabe se atingirá algum planeta.

2008: A música Across the Universe, dos Beatles, foi enviada pela NASA para comemorar os 50 anos da companhia. Os possíveis alienígenas da estrela Polaris devem sentir os efeitos da Beatlemania só em 2439.

2008: Alexander Zaitsey, aquele que já tinha transmitido a música eletrônica, organizou uma competição no site Bebo, na qual escolheu 501 mensagens de seus internautas e as enviou para o planeta Gliese 581c, que é tão parecido com a Terra que pode ter água em estado líquido – e vida.

2008: Durante 6 horas, um radar na Antártida transmitiu um comercial interplanetário dos salgadinhos Doritos. Parece que as companhias gostaram da publicidade e no mesmo ano o filme “O Dia em que a Terra Parou” também entrou na onda do marketing universal.

2009: A revista Cosmos organizou mensagens “alto-astral”, numa lista chamada “Um Olá da Terra”. Foi enviada para o planeta Gliese 581d, um dos que tem maior possibilidade de abrigar vida. Ela deve chegar em 2029.

2009: Vinte e cinco anos depois de transmitir as contrações vaginais, o artista Joe Davis voltou à ativa. Mais comportado, mandou para fora o código genético da enzima RuBisCo, responsável pela fotossíntese nas plantas. É a proteína mais abundante na Terra, sendo representativa da vida aqui. 




Modelo climático global do Gliese 581d. Tons vermelho/azul indicam temperaturas quentes/frias, enquanto as setas indicam velocidades do vento a 2km de altitude. [Imagem: LMD/CNRS].

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

IO: A LUA INFERNAL


A nossa lua já foi fonte de inspiração para muitos poetas, escritores e casais apaixonados. No entanto, nos dias atuais ela é mais tema de discussão para teorias de conspiração e fraudes sobre  as visitas dos humanos no século passado que fonte de inspiração poetica, apesar de esteril e deserta nossa lua poderia ser considerada bela e tranquila como uma fiel companheira sempre perto da Terra. No entanto, existe uma lua no sistema solar que é bem diferente à nossa em todos os sentidos. O nome dela é Io.
Esta montagem de imagens de Júpiter e sua lua vulcânica Io, foi tirada pelas câmeras da  nave espacial New Horizons, em início de 2007. Crédito da imagem: NASA / Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory / Southwest Research Institute / Goddard Space Flight Center
Io é um satélite natural que orbita o planeta Júpiter. Esta lua é um pouco maior que a nossa e é, a quarta maior lua do Sistema Solar. Io pertence à familia conhecida como luas galileanas que orbita Júpiter, esta denominação é em homenagem ao cientista Galileu Galilei, por ter sido este o primeiro humano a observa-las. 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

JÚPITER DESDE OUTRO ÂNGULO




Montando uma palestra sobre exploração espacial, encontrei esta imagem, muito cativante e não poderia deixar de compartilhar com vocês esta maravilha do Sistema Solar. Esta imagem mostra Júpiter visto de cima a partir de imagens feitas pela câmera de ângulo restrito a bordo da sonda Cassini da NASA em 11 e 12 de Dezembro de 2000, enquanto a sonda se encontrava próxima do planeta durante o seu sobrevoo pelo gigante gasoso. 

A Cassini estava em seu caminho para Saturno. Essas imagens representam os mapas coloridos globais mais detalhados de Júpiter já feitos. As menores feições visíveis tem aproximadamente 120 km de diâmetro. A imagem mostra uma variedade de feições coloridas das nuvens, incluindo bandas brancas e marrom-avermelhadas, regiões caóticas, vórtices ovais brancos e muitas outras feições. 

Muitas nuvens parecem em feixes e ondas devido ao contínuo estiramento e encurtamento gerado pelos ventos e pela turbulência de Júpiter. As feições cinzas azuladas ao longo da borda norte da banda brilhante central são pontos quentes equatoriais, sistemas meteorológicos como aqueles penetrados pela sonda Galileo da NASA. Pequenos pontos brilhantes dentro da faixa laranja a norte do equador são tempestades magnéticas com raios. As regiões polares são menos visíveis pois a Cassini as observava num ângulo e através de uma névoa atmosférica mais espessa, como o material esbranquiçado no mapa polar sul




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Devemos manter em segredo nossa existência?


Sinais de radio contendo informações sobre nossa existência pode ser facilmente enviada de qualquer radiotelescópio do mundo para lugares muito distantes do universo, com a esperança de que alguém nu mundo distante um dia as escute e saiba que nos estamos aqui! Crédito da Imagem: Edward Montenegro/ FB: Alien Society/Going to espace
Atualmente existe uma discussão sobre a decisão de que , por uma questão de cautela, a transmissão intencional mensagens para o cosmos deve ser proibida. Tudo isso, pelo temor de que alguma civilização alienígena tecnologicamente superior a nossa, descubra a nossa existência e decida invadir a Terra e acabar com nossos recursos ou até nos tornar escravos, Desde um ponto de vista humano isso parece ter logica, ao final nos que moramos na América e já fui invadidos por  exploradores europeus, famintos por recursos, e sem nenhum remorso de acabar com civilizações menos desenvolvidas, e ao longo da historia em diversas partes do mundo a civilização mais avançada acabou literalmente com a outra menos avançada



Outro conceito artístico de uma tipica antena utiliza para captar sinais do espaço e também para e enviar  para o mesmo. Origem da Imagem: Revista Galileu
Mas, será que isso é também aplicável a civilizações alienígenas mais avançadas que nossa?  De acordo com alguns artigos publicados em algumas prestigiosas revistas cientificas, como, por exemplo, no International Journal of Astrobiology , sugerem que podemos estar errados ao pensar que civilizações alienígenas representam uma ameaça para nossa espécie, e que em vez disso se seguirmos a ideia de manter nosso segredo podemos estar limitando as atividades espaciais de nossos descentes e colocando em risco sua sobrevivência num futuro distante devido a incerteza do que pode acontecer aqui na Terra. E você o que acha? Será que civilizações extraterrestres avançadas tem algum interesse em míseros recursos da Terra? Não seria custoso transportar esses recursos para o seu planeta? Ou será que esse medo que temos é porque nos pensamos assim, por nossos valores e nosso gosto de sempre invadir as propriedades dos outros? E você acha que devemos manter o segredo de nossa existência ou devemos tentar por todos os médios tecnológicos existentes fazer contato com outras civilizações?

O QUE É UMA ESTRELA?

O sol é estrela de pequeno porte de entre as mais de 300 bilhões de estrelas que existem na Via Láctea.

Estrelas são fundamentais para a existência da vida no universo, e no passado já foram fonte de inspiração para muitos poetas e casais apaixonados. Mas, ainda na atualidade existem muitas pessoas que têm o habito de chamar de “estrelas” a qualquer corpo luminoso que seja avistado no céu noturno, mesmo que este possa ser um planeta, uma galáxia ou algum pedaço de rocha entrando na Terra como são o caso das chamadas “estrelas cadentes”. Mas, de fato poucas pessoas conhecem de verdade o significado de que é uma estrela? 
As estrelas são corpos que se formam a partir de nuvens interestelares que sofrem instabilidade gravitacional, a qual leva à contração da mesma, e cujas regiões centrais por causa da pressão gravitacional atingem densidades e temperaturas suficientes para produzir energia por fusão nuclear, a maioria faz isso transformando moléculas de Hidrogênio em Hélio. A energia gerada é emitida através do espaço sobre a forma de radiação eletromagnética, neutrinos e vento estelar.
O sistema estelar Alfa Centauri, é o mais próximo ao sistema solar, apenas 4,3 anos luz de distancia.
 Para um corpo no universo ser considerado uma estrela, tem que ter uma massa acima de um determinado valor crítico o qual seria aproximadamente 81 vezes a massa de Júpiter. Condição necessária para que a pressão gerada pela gravidade seja suficiente para gerar reações nucleares em seu interior. Os corpos que não atingem este limite, mas que mesmo assim irradiam energia por compreensão gravitacional são chamadas de anâs castanhas ou anãs marrons.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Uma "Selfie Espacial" da Sonda Rosetta.

Uma camera a bordo da sonda Rosetta, tirou uma "selfie" no qual mostra um panel solar com o cometa  67P/Churyumov–Gerasimenko em segundo plano. Crédito: ESA/ROSETTA/PHILAE/CIVA.

Neste mesa pequena sonda Philae usou o sistema de imagem CIVA (Comet Infrared and Visible Analyser) para nos presentear com esta belíssima foto da sonda Rosetta junto ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. Esta “Selfie Espacial” foi feita foi em 7 de outubro de 2014, na imagem aparecem os paneis solares da Sonda Rosetta com o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko no fundo, aproximadamente a uns 16 km de distância.

Na imagem, é claramente visível a região ativa "pescoço" do cometa, com fluxos de poeira e gás que se estendem para longe do cometa. O principal local de pouso, atualmente conhecido como "ponto J", também pode ser visto na pequena lóbulo do cometa.

Lançada em março de 2004, a Sonda Rosetta foi reativado em janeiro 2014 após um recorde de 957 dias em hibernação. A missão é composta por uma sonda e um modulo de pouso, os objetivos da sonda Rosetta desde que chegou à cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko no início deste mês foram para estudar o objeto celeste de perto, com detalhes sem precedentes e preparar-se para pousar uma sonda na superfície do cometa em novembro, e na sequência do desembarque, acompanhar as mudanças do cometa a medida que ela se aproxima do sol. 

Fonte: NASA

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O CÉU QUE NOS ESPERA


Imaginem, por um momento, que estamos flutuando no vasto cosmos, olhando para o céu estrelado acima de nós. Essa imensidão celeste, vista da Terra, parece um refúgio de serenidade, mas é enganosa em sua calma aparente. O espaço, na verdade, é um ambiente extremamente hostil à vida.

Aqui estamos, no alvorecer deste novo milênio, à beira de uma aventura extraordinária, impulsionados por nosso espírito explorador sem igual. Em breve, nos lançaremos ao espaço, começando pelas proximidades do nosso próprio sistema solar e, eventualmente, rumo às estrelas mais próximas. Mas, que tipo de universo nos espera lá fora? Será ele um refúgio paradisíaco, conforme os antigos mitos sugeriam, ou um abrigo acolhedor para a humanidade?

Pensem nisso: o espaço é, sem dúvida, o ambiente mais inóspito que podemos imaginar. Apenas a alguns quilômetros acima da superfície da Terra, as condições se tornam brutalmente desafiadoras. As temperaturas, por exemplo, podem variar de -150ºC a 100ºC. Os astronautas conseguem sobreviver fora de suas naves graças a trajes espaciais complexos, equipados com sistemas ambientais avançados, mantendo-os vivos e confortáveis. Esses trajes ajustam a temperatura, bombeando ar frio ou quente conforme necessário. Sem essa tecnologia, a sobrevivência no vácuo do espaço seria impossível.

À medida que nos aventuramos além da órbita da Terra e da Lua, as viagens espaciais de longa duração apresentam desafios ainda maiores. Um dos problemas mais graves é a exposição à radiação solar e estelar. Sem a proteção de nossa atmosfera, somos constantemente bombardeados por partículas que podem alterar nossa composição genética e aumentar o risco de câncer. Estudos, como os realizados pela IBM na década de 1990, revelam que até a memória dos computadores pode ser afetada por raios cósmicos.

Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional dedicam horas diárias a exercícios físicos para mitigar a perda de massa óssea e muscular. Mesmo que superemos os desafios técnicos de nos proteger da radiação, com blindagens eletromagnéticas ou outras soluções, enfrentaremos o problema da gravidade zero. Nessas condições, mais de dois litros de fluidos corporais se deslocam das pernas para a cabeça, causando uma sensação contínua de resfriado. A gravidade zero também resulta em perda significativa de massa muscular e óssea.

A Estação Espacial Internacional, orbitando a Terra a cerca de 360 km de altitude, serve como um laboratório para desenvolver novas técnicas e métodos de vida no espaço. Estes são apenas alguns dos desafios que precisamos superar para nos tornarmos verdadeiros exploradores espaciais. Uma vez que dominarmos a tecnologia para viagens espaciais de longa duração, enfrentaremos outros desafios: muitos planetas não têm atmosfera respirável, e aqueles que têm, pelo menos em nosso sistema solar, são inóspitos para nós.

Este é o cosmos que nos espera. Longe de ser um santuário tranquilo, é um reino de desafios e perigos. Mas isso não nos impedirá. Em breve, a humanidade estará navegando pelo espaço, de um extremo a outro, pelo menos inicialmente dentro de nosso próprio sistema solar.