Mostrando postagens com marcador DIVERSOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DIVERSOS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Somos Errantes




Fomos errantes desde o início. Conhecíamos a posição de todas as árvores num raio de duzentos quilômetros. Quando os frutos ou as castanhas amadureciam, lá estávamos nós. Seguíamos os rebanhos em suas migrações anuais, Dependíamos uns dos outros. Viver por conta própria era uma idéia tão absurda quanto fixar residência. Trabalhando juntos, protegíamos os filhos dos leões e das hienas. Ensinávamos a eles as habilidades de que iriam precisar. E as ferramentas. Naquela época, como agora, a tecnologia era a chave de nossa sobrevivência.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Ano Novo Pelos Planetas do Sistema Solar




Nós humanos, estamos acostumados a comemorar em grande estilo cada volta que nosso planeta completa em torno da estrela na qual orbita. Predeterminado pelas leis da física, distancia, tamanho, etc, nosso planeta da uma volta em torno do sol a cada 365 dias, ou seja, a cada 365 rotações sobre seu eixo e isso é motivo de comemoração para nós humanos. Mas, em outros planetas do sistema solar como seria um ano? Para descobrir isso lhes convido a fazer uma viagem imaginaria para poder ter uma ideia das coisas extravagantes que existem no universo.
Mércurio gira uma vez em torno do sol a cada 1,5 dias mercurianos.  Imagem feita  pela sonda MESSENGER a qual  revelou detalhes de Mercúrio nunca vistas por olhos humanos. Créditos: NASA/JPL
Como diria o falecido Carl Sagan, entremos em nossa nave imaginaria e vamos fazer um pequeno tour pelas nossas vizinhanças cósmicas, para ver como na hipóteses de morar por outros mundos, o tempo que levaria para fazer uma festa de fim de ano. Comecemos pelo primeiro planeta de nosso sistema solar, contando a partir do sol o pequeno Mercúrio. Agora que somos residentes temporários de Mercúrio, aqui, mesmo que pareça bizarro, a confraternização universal de ano novo seria a cada um dia e meio, pois, este planeta gira 3 vezes sobre seu eixo a cada 2 voltas em torno do sol. Se morássemos em Mercúrio, literalmente todo dia seria festa de ano novo.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

PARTICIPAÇÃO NO XXXII EFNNE


O Encontro de Físicos do Norte é do Nordeste é um evento anual, no qual participam centos de pesquisadores para discutir as tendencias e novidades no Ensino de Ciências assim também como as novas descobertas na Área da Física. o XXXII EFNNE foi realizado na bela cidade de João Pessoa - Estado da Paraiba no qual tive o privilegio de participar apresentando um Artigo em Coautoria com Mailson Barroso e Evanilde Fernandes. Artigo, no qual tratamos de abordar uma questão fundamental sobre ensino de física, as divergências entre professores e alunos quanto as dificuldades e possíveis soluções. 




Mailson Barroso, Edward Montenegro e Mauro Kyotoku

Turma que participou da Oficina de Montagens de Foguetes no XXXII EFNNE

Evanilde Fernandes, Andre A. Moreira e Edward Montenegro

Edward Montenegro no XXXII EFNNE

domingo, 9 de novembro de 2014

Carl Sagan Day!

Todo dia 9 de Novembro se comemora o Carl Sagan Day.


Para mim este é um dia tão especial quanto meu próprio aniversario, pois neste dia no ano de 1934, nasceu a pessoa responsável por eu ter uma visão do universo basado em fatos e teorias cientificas e deixar de lado toda superstição imposta por nossas famílias e sociedade. Em seguida um breve resumo desta pessoa que para mim brilhou mais que qualquer estrela existente no Universo.

Carl Edward Sagan - Foi um cientista, astrônomo, cosmólogo, autor, escritor de ficção científica e um grande divulgador científico. Ele passou grande parte da carreira como professor da universidade Cornell, onde era diretor do laboratório de estudos planetários. Ele é autor de mais de 600 publicações científicas, e também autor de mais de 20 livros de ciência e ficção científica. Foi durante a vida um grande defensor do ceticismo, fundou a instituição de pesquisas SETI, fundou a organização não-governamental Sociedade Planetária e foi pioneiro no ramo da ciência exobióloga. Sagan é conhecido por seus livros de divulgação científica e pela premiada série televisiva de 1980 Cosmos: Uma Viagem Pessoal, que ele mesmo narrou e co-escreveu. O livro Cosmos foi publicado para complementar a série. Sagan escreveu o romance Contato, que serviu de base para um filme homônimo de 1997. Morreu aos 62 anos, de pneumonia, no Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea.

FONTE: wikipedia.org 

sábado, 25 de outubro de 2014

Como surgiram as moléculas precursoras da vida?

A experiência de Stanley Miller. O aparelho é preenchido com uma atmosfera de metano, amônia e hidrogênio. Um balão de água simula um oceano primitivo (a água é aquecida por uma resistência, o que contribui para o enriquecimento da atmosfera com o vapor de água). Dois elétrodos, que são usados para produzir relâmpagos, fornecer energia ao sistema.
Nós seres humanos, parecemos bem diferentes de uma árvore. Sem dúvida, percebemos o mundo de uma maneira bem diferente de um vegetal. Mas no fundo, no íntimo molecular da vida, as árvores e nós somos essencialmente idênticos. Ambos utilizamos ácidos nucléicos na hereditariedade, bem como proteínas e enzimas para controlar a química de nossas células e mais importante ainda, ambos utilizamos precisamente o mesmo livro de código para transformar a informação do ácido nucléico em informação de proteína, como o fazem virtualmente todas as outras criaturas no planeta Terra.

A explicação comum desta unidade molecular é que somos todos — árvores e pessoas, o peixe diabo-marinho, o limo vegetal e os paramécios — descendentes de um único e comum instante da origem da vida no início da história em nosso planeta. Como surgiram então as moléculas importantes na Terra? Será que elas podem surgir facilmente em outros lugares do universo?

Carl Sagan Trabalhou arduamente no laboratório da Universidade de Cornell com a finalidade de responder estas perguntas. Ele e sua equipe uniram e separam os gases da Terra primitiva: hidrogênio, água, amônia, metano, sulfeto de hidrogênio, todos presentes, casualmente, no planeta Júpiter hoje e pelo Cosmos. As faíscas eletricas produzidas pelos elétrodos correspondem aos raios, também presentes na Terra antiga e no atual Júpiter.

A reação no recipiente é, de início, transparente: os gases precursores são inteiramente invisíveis, mas após dez minutos de faiscagem vemos um estranho pigmento marrom lentamente riscando os lados do recipiente. O interior gradualmente se torna opaco, coberto por um alcatrão marrom e escuro.

Se tivéssemos utilizando a luz ultravioleta — simulando o Sol inicial — os resultados teriam sido quase que os mesmos. O alcatrão é uma coleção extremamente rica de moléculas orgânicas complexas, incluindo as partes componentes de proteínas e ácidos nucléicos. A essência da vida parece poder ser facilmente montada.

Estas experiências foram feitas pela primeira vez no início dos anos 50 por Stanley Miller, então um aluno graduado do químico Harold Urey. Urey argumentava com insistência que a atmosfera inicial da Terra era rica em hidrogênio, como é na maior parte do Cosmos — que o hidrogênio tem escapado para o espaço proveniente da Terra, mas não do massivo Júpiter, e que a origem da vida se deu antes da perda do hidrogênio.

 Após Urey ter sugerido que estes gases escaparam, alguém perguntou a ele o que esperava obter da experiência. Urey replicou: "Beilstein". Beilstein é um maciço compêndio alemão de 28 volumes, listando todas as moléculas orgânicas conhecidas pelos químicos.


Utilizando somente os gases mais abundantes presentes no início da atmosfera da Terra e quase que qualquer fonte energética que rompa cadeias químicas, podemos produzir os blocos essenciais de construção da vida. Ate agora nenhum cientista misturou num laboratório alguns gases e viu algum tipo de ser vivo sair caminhando do laboratório, mas pelo menos sabemos que é provável dos blocos básicos da construção da vira aparecer pelo universo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

HÁ VIDA INTELIGENTE NA TERRA?




Imagine que você é um explorador alienígena entrando no Sistema Solar depois de uma longa viagem pela escuridão do espaço interestelar. Você examina de longe os planetas dessa estrela trivial – um bom número, alguns cinzentos, alguns azuis, alguns vermelhos, outros amarelos. Você está interessado em saber que tipo de mundos eles são, se nesses ambientes há vida e inteligência. Você não tem conhecimento prévio da Terra. Acabou de descobrir a sua existência. Vamos imaginar que exista uma ética galáctica: olhe, mas não toque. Você pode voar por esses mundos, pode girar ao redor deles, mas está rigorosamente proibido de pousar. Sob tais restrições, conseguiria descobrir como é o ambiente da Terra e se alguém nela vive?

À medida que se aproxima, sua primeira impressão de toda a Terra, são nuvens, calotas polares brancas, continentes marrons e uma substância azulada que cobre dois terços da superfície. Uma medição da temperatura revelaria que na maior parte do planeta esta por cima do congelamento da água e apenas nos pólos é inferior. Os espectrômetros de sua nave ainda revelam que o ar nesse mundo é um quinto de oxigênio. Isso sugeriria que exista vida? Mas essa vida só poderia ser apenas plantas fotossintéticas. Alem, do oxigênio, não há sugestão de um nível elevado de inteligência. Outro aspecto peculiar seria encontrar metano e oxigênio juntos na mesma atmosfera. O que significaria? A única explicação possível é que o metano provém de fontes como bactérias em pântanos, cultivo do arroz, queimadas, gás natural de poços de petróleo e flatulência bovina. Que a íntima atividade intestinal das vacas seja detectável do espaço interplanetário é um pouco desconcertante, especialmente quando tantas coisas que valorizamos não o são.

O Allen Telescope Array (ATA) é um "é formado por varias antenas pequenas, que interligadas eletromagneticamente da a eficacia de uma grande antena. Este radio telescópio utilizado pelo SETI Institute é projetado para ser altamente eficaz na procura por ondas de  de rádio as quais seriam sinais inteligência extraterrestre
A detecção do um tipo especial de onda de rádio que emana da Terra. Seria uma evidencia de vida inteligente. Embora,  muitos processos naturais são capazes de gerá-las. Pois, já encontramos emissões de rádio vindas de outros mundos aparentemente inabitados: geradas por elétrons presos nos fortes campos magnéticos de planetas, por movimentos caóticos na frente de choque que separa esses campos magnéticos do campo magnético interplanetário, e por raios. Isto, porém, é diferente: parte da transmissão de rádio vinda da Terra está numa freqüência central constante para cada transmissão, ao que ainda é acrescentando um sinal modulado (uma seqüência complexa de intervalos). Nenhum elétron em campos magnéticos, nenhum choque de ondas, nenhuma descarga de raio pode gerar algo parecido. A sua conclusão de que a transmissão de rádio se deve à existência de tecnologia sobre a Terra é válida, independentemente do que as intermitências significam: você não tem de decodificar a mensagem para estar seguro que é uma mensagem.
Imagem feita a bordo da estação espacial internacional mostra o mar Mediterrâneo, a peninsula do Sinai e o delta do rio Nilo
Assim, se saberia que pelo menos uma espécie sobre a Terra alcançou a tecnologia do rádio. Qual delas? Os que produzem metano? Aqueles geram oxigênio? Ou alguma outra espécie, mais sutil, seres que de outra forma não são detectáveis por uma nave espacial que se precipitasse por perto? Para buscar essa espécie tecnológica, você talvez queira examinar a Terra em graus de resolução cada vez mais precisos, à procura, se não dos próprios seres, pelo menos de seus artefatos.

Você primeiro empregaria um telescópio modesto com o qual apenas veria oceanos, desertos e Kilometros de montanhas, poucas crateras isso provaria que a Terra é geologicamente ativa. Mas, nenhum sinal de vida. No entanto, à medida que se olha com uma resolução mais alta pode ver que há também lugares estranhos rodeados de vegetação embora eles próprios não exibam plantas. Parecem borrões descoloridos sobre a paisagem. Isso seria mais uma evidencia de vida inteligente embora ainda não possa se chegar à conclusão de que tipos de seres são estes.
Já olhando com resolução muito elevada, descobre que existem  linhas retas que se entrecruzam dentro das cidades e as longas linhas retas que as ligam com outras cidades estão cheias de seres multicoloridos, aerodinâmicos, com alguns metros de comprimento, deslocando-se polidamente um atrás do outro num cortejo longo, lento e ordenado. Eles são muitos pacientes. Nos ângulos retos, uma corrente de seres detém para que outra corrente possa seguir adiante. À noite, eles acendem duas luzes brilhantes na frente para poderem ver o caminho. Alguns, uns poucos privilegiados, entram em casinhas ao final de um dia de trabalho e se recolhem à noite. A maioria não tem casa e dorme nas ruas. Por fim! Você detectou a fonte de toda a tecnologia, as formas de vida dominantes do planeta. As ruas das cidades e as estradas dos campos são evidentemente construídas para o seu proveito. Você poderia pensar que está realmente começando a compreender a vida sobre a Terra. E talvez tivesse razão.

Todas as observações que você fez até agora foram no lado do planeta em que é dia. Algo muito interessante é revelado quando olha para a Terra à noite: o planeta é iluminado. É possível reconhecer que as luzes traçam os contornos dos mesmos continentes vistos durante o dia; e muitas correspondem às cidades que você já indicou no mapa. As cidades estão concentradas perto dos litorais. Tendem a ser mais esparsas no interior dos continentes. Talvez os organismos dominantes precisem desesperadamente da água do mar (ou talvez os navios que cruzam os oceanos tenham sido no passado essencial para o comércio e emigração).

Parece-me tranqüilizador saber que do espaço você pode detectar tão facilmente miudezas da vida sobre a Terra – os hábitos gastrintestinais de ruminantes, enquanto uma parte tão grande de nossa arquitetura monumental, as nossas maiores obras de engenharia, o nosso empenho em cuidarmos uns dos outros são quase totalmente invisíveis. É uma espécie de parábola. A esta altura, sua expedição à Terra deve ser considerada extremamente bem-sucedida. Você caracterizou o ambiente, detectou a vida, descobriu manifestações de seres inteligentes e talvez até tenha identificado a espécie dominante, a que é impregnada de geometria euclidiana e retilinearidade. Desde o espaço seria muito difícil de saber ao certo se a Terra é habitada por vida inteligente ou simplesmente por seres que produzem descontroladamente gases que contaminam a sua atmosfera, o único sinal de que somos uma civilização inteligente, superior as bactérias ou plantas  seria apenas nossas transmissões de radio e não nossa arrogância, preconceito e egoísmo que é comum aqui na Terra achar que isso nos torna superiores um dos outros.

Texto adaptado do livro Pálido Ponto azul do astrônomo Carl Edward Sagan

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

SOBRE A INICIATIVA 2045






Em médio a crises e protestos em diferentes partes do mundo, inclusive no Brasil, algumas das mentes mais brilhantes da humanidade estão reunidas em Nova Iorque, para discutir os rumos da “Iniciativa 2045”, projeto que tem como objetivo levar aos humanos à eternidade, a questão que não quer calar é será que vale a pena ser tornar eternos?. Num mundo injusto, onde cujo direto da liberdade se vê ameaçado constantemente, e onde grande parte da população mundial passa fome e não tem as condições mínimas para sobreviver. Entre os temas abordados no encontro estão: Projeto Avatar , robótica Android, telepresença antropomórfica , neurociência, teoria da mente , Neuro-engenharia, interfaces cérebro-computador , neuro-transplantação , a previsão de longo alcance, estratégia de evolução futura Ética , próteses Biônicas, Neo-humanidade , Meta-inteligência, imortalidade cibernética , Consciência, desenvolvimento espiritual , Ciência e Espiritualidade.

 Fonte: http://gf2045.com/